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terça-feira, 17 de julho de 2012

Lambretta está de volta com os modelos LN 150 e LN 125

Com visual que lembra os anos 1950 e 1960, modelo ressurge, equipado com câmbio automático, motor quatro tempos de um cilindro, partida elétrica e muita tradição...

 

A Lambretta, assim como a Vespa, representou um marco na indústria mundial das duas rodas, oferecendo transporte econômico em um período de reconstrução na Itália e também no resto da Europa, castigada pela Segunda Guerra. Os dois veículos, de concepção simples e prática, foram desenhados a partir de conceitos parecidos, resultando em modelos com alguma semelhança, considerados os ancestrais dos scooters atuais. Essas características comuns resultaram em uma natural rivalidade, que se alastrou pelo mundo, inclusive no Brasil. Agora, a Lambretta está de volta, procurando resgatar o visual dos anos 1950 e 1960, para não perder a identidade, com a modernidade da tecnologia atual.

A Lambretta, assim como a Vespa, representou um marco na indústria mundial das duas rodas, oferecendo transporte econômico em um período de reconstrução na Itália e também no resto da Europa, castigada pela Segunda Guerra. Os dois veículos, de concepção simples e prática, foram desenhados a partir de conceitos parecidos, resultando em modelos com alguma semelhança, considerados os ancestrais dos scooters atuais. Essas características comuns resultaram em uma natural rivalidade, que se alastrou pelo mundo, inclusive no Brasil. Agora, a Lambretta está de volta, procurando resgatar o visual dos anos 1950 e 1960, para não perder a identidade, com a modernidade da tecnologia atual.

A história da marca italiana Lambretta começa com Ferdinando Innocenti, que no pós-guerra vislumbrou a reconstrução de sua indústria de tubos em Lambratte (cortada pelo Rio Lambro, daí a inspiração do nome), na região de Milão, Norte da Itália, produzindo pequenas motos, com base nos veículos ingleses de transporte militar Cushman, adaptados para facilitar a movimefntação das tropas. Associado a Cesare Pallavicino, fabrica o primeiro protótipo, em 1947, com projeto do engenheiro Pierluigi Torre, e, logo em seguida lança o primeiro modelo comercial, em 1948. A produção cresceu rapidamente, utilizando rodas pequenas, quadro tubular e motores de 39cm³ a 198cm³ de cilindrada.

BRASIL As Lambrettas se espalharam pelo mundo, inclusive no Brasil, pioneiramente, antes mesmo da indústria automobilística, instalada no Bairro da Lapa, em São Paulo, sob licença, em 1955. O nome Lambretta virou sinônimo de uma época, ajudando, assim como a Vespa, a ilustrar os anos dourados das décadas de 1950 e 1960. Entretanto, o sucesso não foi suficiente para barrar a concorrência asiática e a marca foi vendida em 1972 para a Índia. Porém, a força do nome não foi esquecida e até hoje o termo Lambretta é usado para designar carinhosa e genericamente qualquer scooter, especialmente por quem viveu aquela época.


No Brasil os fabricantes ainda tentaram uma solução, produzindo o modelo Xispa, com motor de 150cm³ e 175cm³, e posteriormente modelos Tork 125, mas fecharam definitivamente em 1982. O nome é tão forte que seu renascimento, a partir do fim de 2011, é disputado judicialmente por dois grupos europeus, com o italiano Motom saindo na frente, produzindo novos modelos, enquanto o Lambretta Consortium tem apenas o protótipo Cigno. As novas lambretas, entretanto, seguem um roteiro cada vez mais comum na indústria mundial. Os motores são produzidos pela asiática SYM, de Taiwan, a mesma que fornece para a brasileira Dafra os modelos Citycom 300 e Next 250, montadas em Manaus, Amazonas.

MODELOS A origem “asiática”, contudo, não é privilegio da nova Lambretta. Sua eterna rival, a Vespa, por meio da Piaggio, também tem um acordo de produção com a chinesa Zhongshen, associado no Brasil à Kasinski. Inicialmente, dois modelos vão disputar o mercado: a LN 125 e a LN 150. Ambas com o mesmo quadro, visual retrô, com duas cores e detalhes cromados nas laterais, e conjunto de freios e suspensões. Assim como os scooters atuais, as novas Lambrettas são dotadas dos recursos como câmbio automático do tipo CVT, continuamente variável, embreagem automática e partida elétrica. Itens indispensáveis para veículos urbanos, assim como o porta-malas sob o banco.


O modelo LN 150 tem motor de um cilindro, do tipo quatro tempos, com 151cm³ de cilindrada, com duas válvulas e refrigeração a ar, forçada por ventoinha. A potência é de 10,5cv a 7.500rpm e o torque é de 1,10kgfm a 7.500rpm. O freio dianteiro é a disco, com 190mm de diâmetro, mas o traseiro é a tambor. A alimentação também é jurássica, através de carburador, mas que atende às rigorosas normas antipoluição Euro 3 da Europa. A suspensão dianteira é telescópica e a traseira mono. As rodas são de liga leve de 12 polegadas de diâmetro. O tanque comporta seis litros e o peso a seco é de 105kg. O modelo LN 125 tem potência de 8,8cv a 8.000rpm e torque de 0,85kgfm a 8.500rpm. O peso a seco é de 104kg.

 
 
FONTE In: www.vrum.com.br

 

 

 

Vem aíííí o I PATU MOTOFEST III MOTO ROMARIA Patu-RN


Patu é um municópio brasileiro no interior do estado do Rio Grande do Norte, localizado na Mesorregião do Oeste Potiguar e Microrregião de Umarizal, e a 314 km de distância da capital, Natal. De acordo com o IBGE, no ano 2010 sua população esta estimada em 11.964 habitantes.

Localização de Patu-RN no mapa.


Bandeira/Brasão

Possui área territorial de 319 km² e é considerada um dos melhores lugares do mundo para a prática do voo livre de asa delta em particular a categoria Parapente (Paraglider).




A cidade localiza-se numa região serrana construída no sopé da Serra do Lima, uma zona de agricultura e pecuária, que no início da colonização estava ligado ao ciclo dos currais.


O município tem como maior atração turística a Serra do Lima, sede do monumental Santuário do Lima ou de Nossa Senhora dos Impossíveis, um dos locais de maior religiosidade do Nordeste.


E agora com a III Moto Romaria no dia 22 de Julho fechando as festividades do I MotoFest de Patu-RN.



Chegada ao Santuário do Lima da II Moto Romaria em 2011

Venha você também fazer parte desta festa do motociclismo e religiosa. Não esqueça dia 20 a 22 de julho de 2012. Uma realização Anjos da Serra MC.




segunda-feira, 2 de julho de 2012

A BMW EXIBE SUAS DUAS NOVAS "CRIANÇAS" PARA 2013

Após muito se especular em relação ao desenvolvimento dos novos modelos da marca, eis que surge a primeira informação oficial: Apresentação da F700GS e F800GS, substitutas da F650GS e F800GS.
BMW F800GS e BMW F700GS

O nome da F650 mudou para F700GS. Embora pareça confuso, o novo modelo terá os mesmos 798cm³ que a F800GS, mas receberá um pequeno aumento de potência para os 75cv, contra os 71cv que tem o modelo atual. Já a F800GS terá a mesma motorização que a atual, debitando respeitáveis 85 cv.
BMW F800GS
Outras trocas incluem a opção de suspensão eletrônica e um sistema de estabilidade, além de novos instrumentos e aparelhagem.

BMW F700GS
Confira as mudanças técnicas dos lançamentos da BMW:
  • O aumento da produção e torque na GS F 700 em comparação com o modelo anterior: 75 cv às 7 300 rpm, F 650 GS: 71 cv a 7 000 rpm.
  • Sistema ABS de dois canais, sistema de freio a disco duplo..
  • Controle de Estabilidade automático (ASC).
  • Ajuste Eletrônico de Suspensão (ESA).
  • Ajuste da suspensão traseira no guidão.
  • Novos acabamentos de pintura para a GS 700 F: Red apple metálica, cinza ostra metálico e fosco, e prata glacier metálico.
  • Novos acabamentos de pintura para a GS 800 F: Kalamata metálico fosco, azul cordoba e branco Alpine 3.
  • Novos guiador switches e recipientes de fluido de freio, dianteiro.
  • Pára-brisa novo para F 700 GS.
  • Suspensão rebaixada para a F 800 GS (opcional / acessório especial).
  • Ajuste do mapa motor para combustível regular (RON 91) (de fábrica de opção).
  • Computador de bordo, punhos aquecidos, porta-caixa, descanso central.
  • Pacote de segurança para a F 800 GS: CSA e ESA (opcional).
  • Pacote de segurança para a F 700 GS: CSA, ESA, RDC (opcional).
  • Farol auxiliar de LED para F 800 GS (acessório especial).
  • Pedaleiras de enduro (acessório especial).
Redação Motociclismo / Derkian Mendes
Imagens BMW
In: http://motociclismo.terra.com.br
 

sábado, 16 de junho de 2012

ENCONTRO IRAN XAVIER - MARTINS-RN Junho 2012

















SINAIS para andar em grupo ou 'BONDE'


 
Quando se anda em grupo é muito gostoso, porém não é muito fácil. Pensando nisso motociclistas desenvolvem técnicas de sinalização para facilitar as viagens.
O mais importante de tudo é cada um cuidar de quem está atrás. O uso do espelho retrovisor é fundamental SEMPRE.
Fazendo isso você verá os sinais de pisca, e controlará a distância do motociclista que vem atrás. Se a moto de trás ficar com muita distância, convém você também reduzir para que o da frente faça o mesmo e o grupo permaneça unido.
É evidente que se for um caso isolado de "roda-presa" este deverá acompanhar a velocidade média do grupo, e não vice-versa. Salientamos que "roda-presa" não é moto que não desenvolve e sim o motociclista.
 
 
 
O sinal deve ser preferencialmente feito com a mão esquerda - que é a mais "livre" durante a pilotagem.
Apontar com o pé esquerdo ou direito para o asfalto 
Buraco, óleo ou outro tipo de obstáculo, do lado que foi indicado. Reduza a velocidade e procure desviar (quando possível).
Atenção: deverá ser sinalizado apenas do lado da fila que tem o buraco, para evitar que a moto de trás se confunda.
Se o buraco está na esquerda, todos da fila da esquerda devem sinalizar. Os da direita ignoram, pois podem confundir.
Se o buraco está no meio, as duas filas devem sinalizar. Caso o buraco seja do lado direito, cabe apenas à fila da direita sinalizar.
A mão e o braço esticado sobem e descem sucessivamente:
Perigo, atenção. Reduzir a velocidade.
Mão e braço balançando para TRÁS e para frente, como um remo
O grupo está muito disperso, os mais atrás devem acelerar para se aproximar um pouco mais.
Braço esquerdo apontado para a esquerda
Atenção, reduzir para entrar à esquerda - o piloto deve sinalizar com o braço e acionar o pisca esquerdo em seguida.
Braço esquerdo dobrado sobre o capacete com a mão apontando para a direita
Atenção, reduzir para entrar à direita.
Mão esquerda apontando para cima e realizando círculos no ar
Atenção o grupo deve retornar.
Quando o grupo está parado, também pode significar acionar os motores para a partida.
Mão esquerda apontada para cima e espalmada 
Atenção, situação de emergência à frente, exigindo cautela e redução de velocidade imediata. 
Com o braço para cima, indicar o "numero 1" com a mão 
Todos deverão assumir a formação de fila indiana única.
Com o braço para cima, indicar o "número 2" com a mão 
Voltar à formação normal.
Com o braço esquerdo, indicar de modo pendular balançando o antebraço para esquerda e direita
Lombada ou depressão à frente. Reduzir velocidade.
Com o braço esquerdo para baixo, fazendo círculos com o dedo indicador
Polícia à frente. Reduzir velocidade / Atenção.
Apontar para o tanque de combustível e em seguida simular uma degola de garganta com a mão esquerda
A moto entrou na reserva de combustível, indicando que aquele piloto necessita parar assim que possível para abastecimento. 
Apontar para si mesmo e em seguida simular um revólver com a mão
O motociclista irá se dispersar do grupo, para a frente. Deverá ser sinalizado ao Ponteiro.
 
Outra dica diversas
· Quando um bonde parar em posto de combustível, parar as motos na bomba a 45º, de frente para a mesma. Com isso ganhamos espaço e tempo, pois conseguiremos abastecer de três a quatro motos sem manobras.


Dicas postadas no e-mail da ISF pelo mano Dirceu Anghinoni 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Baterias Moura com olhos nas motocas!

        
     
      De olho no crescente mercado de reposição e atendendo aos pedidos de consumidores, a Baterias Moura reúne toda sua experiência e qualidade para lançar um produto específico para esse segmento: a Moura Moto. Com 21 modelos, a Moura tem capacidade de atender todas as motocicletas produzidas no país.
      A Moura Moto já está disponível em três localidades: Rio Grande do Norte, Paraíba e Região Metropolitana do Recife, onde o consumidor encontra ainda uma ampla rede de assistência técnica de fábrica, pronta para atendimento com o padrão da marca líder na América do Sul.
       O objetivo da Moura é que até o final de 2013 a Bateria de Moto já esteja disponível em todo o país. Porém, ainda em 2012, outros estados receberão a nova bateria Moura.
       Baterias Moura, líder em vendas na América do Sul, agora, também na moto!

   
Atributos
           Desenvolvida com tecnologia mundial de ponta e alta resistência para rodar mais, o produto chega em duas versões: AGM/Regulada por válvula com elementos blindados (livre de manutenção), e a ventilada que permite manutenção e que possui íons ativos de proteção. Ambas atendem motocicletas que vão de 50cc até 2.300cc. A Moura Moto também é perfeita para scooters, quadrículos e moto náutica.
      As baterias reguladas por válvula possuem separadores de lã de vidro, que garantem maior vida útil e resistência às vibrações, e, além disso, protegem o meio ambiente contra vazamentos. Possuem avançada tecnologia que evita o risco de explosão, garantindo máxima segurança ao usuário. O design arrojado de suas grades, aliadas à liga especial, garantem a maior durabilidade e corrente de partida, garantindo energia necessária para as situações mais adversas.
       Já a bateria ventilada é aditivada com íons ativos que garantem melhor poder de recarga e aumenta a durabilidade. Seus separadores de fibra de vidro proporcionam maior resistência às vibrações e o design robusto das grades aumenta o poder da partida.
      Todos esses atributos, unidos a maior e melhor Rede de Assistência Técnica de Fábrica da América do Sul, fazem da bateria Moura um produto especial para os mais variados usos e aplicações.

Clique aqui e confira a aplicação de um dos modelos na tua máquina